A participação da SUPREMA na FISP 2026 marca um novo momento da empresa. Além de reforçar sua atuação histórica em proteção térmica industrial, a marca chega à feira com novos produtos, ampliação de portfólio e um investimento que, considerando também a participação no evento, já supera R$ 1,5 milhão.

O movimento combina duas frentes. De um lado, a continuidade do trabalho desenvolvido pela SUPREMA em proteção para ambientes de altas temperaturas, segmento diretamente ligado à trajetória da empresa. De outro, a identificação de novas demandas dentro das próprias operações industriais atendidas pela marca.

A estratégia não é simplesmente aumentar o número de produtos disponíveis. A intenção é ampliar a capacidade da SUPREMA de responder a diferentes necessidades de proteção encontradas na indústria, preservando a especialização técnica construída ao longo de sua atuação.

Proteção térmica continua no centro da estratégia

A ampliação do portfólio não altera uma característica central da SUPREMA: sua forte atuação no desenvolvimento e fornecimento de soluções para trabalhadores expostos a altas temperaturas e ambientes industriais severos.

É justamente nesse território que estará uma das principais novidades apresentadas pela empresa na FISP 2026.

O ALUMAXX é um novo tecido desenvolvido para vestimentas de proteção térmica utilizadas em operações envolvendo metais fundidos.

Sua composição reúne 50% Lenzing FR®, 30% lã e 20% poliamida de alta tenacidade, com gramatura de 330 g/m². O material foi desenvolvido para reduzir a aderência do alumínio líquido ao tecido e apresenta desempenho para diferentes formas de exposição ao calor.

Segundo sua especificação técnica, o ALUMAXX atende à ABNT NBR ISO 11612:2017, com classificação A1+A2 B1 C1 D3 E3 F1, além da ISO 11611:2024 Classe 2 A1+A2.

Entre os resultados estão a classificação D3 para projeções de alumínio fundido e E3 para projeções de ferro fundido, além de desempenho relacionado ao calor convectivo, radiante e por contato.

Na linha que será apresentada pela SUPREMA, o tecido será aplicado a um conjunto composto por blusão e calça, além de capuz de proteção.

O lançamento reforça uma direção importante para a empresa: continuar investindo em soluções relacionadas à proteção térmica, mas procurando responder de maneira cada vez mais específica às condições encontradas nas operações industriais.

Mais de R$ 1,5 milhão em novos produtos e na participação na FISP

A preparação para a FISP faz parte de um investimento mais amplo da SUPREMA.

Considerando a estrutura preparada para a feira e os investimentos realizados em novos produtos e na ampliação do portfólio, o valor envolvido já supera R$ 1,5 milhão.

A decisão acompanha uma leitura de mercado feita pela empresa a partir de sua própria relação com a indústria. Além das demandas relacionadas às altas temperaturas, existem outras necessidades de proteção das mãos presentes nas operações atendidas pela SUPREMA e que abrem espaço para uma atuação mais abrangente da marca.

“A SUPREMA construiu uma história muito ligada à proteção térmica e esse continua sendo um mercado fundamental para nós. Mas estamos dentro das indústrias, próximos das operações, e enxergamos outras necessidades de proteção que também podemos atender. Esse investimento representa justamente isso: continuar avançando onde já temos experiência e, ao mesmo tempo, ampliar nossa atuação de maneira responsável. A FISP será um momento importante para mostrar essa evolução da empresa ao mercado”, afirma a direção da SUPREMA.

Essa expansão não significa abandonar a especialização que ajudou a construir a marca. O objetivo é utilizá-la como base para entrar em novas frentes nas quais já existe demanda industrial e espaço para novas alternativas de fornecimento.

Luva de vaqueta anti-impacto amplia a atuação em proteção das mãos

Entre os produtos que materializam essa estratégia está a nova luva de vaqueta anti-impacto, que já integra o portfólio disponível no Brasil.

Desenvolvida para atividades em que as mãos podem estar expostas simultaneamente a diferentes riscos mecânicos, a solução combina a utilização da vaqueta com proteção adicional contra impacto.

A luva apresenta classificação 3244BP segundo a EN 388:2016 + A1:2018.

O resultado corresponde a nível 3 de resistência à abrasão, nível 2 de resistência ao corte pelo método Coupe, nível 4 de resistência ao rasgamento, nível 4 de resistência à perfuração, nível B de resistência ao corte pelo método TDM e aprovação P no ensaio adicional de proteção contra impacto.

Os níveis 4 obtidos nos ensaios de rasgamento e perfuração estão entre os destaques de seu desempenho mecânico, enquanto a indicação P demonstra aprovação no ensaio adicional de proteção contra impacto previsto pela norma.

A solução foi desenvolvida para ambientes de trabalho nos quais diferentes esforços mecânicos podem ocorrer durante uma mesma atividade, incluindo operações de movimentação e manuseio de materiais, manutenção industrial e mecânica, montagem, carga e descarga e atividades envolvendo superfícies abrasivas ou cortantes e possibilidade de impacto no dorso da mão.

A entrada nessa categoria também responde a uma característica do próprio mercado. A proteção contra impacto associada a outros riscos mecânicos já é uma necessidade atendida por diferentes soluções disponíveis nacional e internacionalmente. Para a SUPREMA, isso demonstra a existência de uma demanda concreta e de um segmento no qual a empresa entende que pode ampliar sua presença.

Novas possibilidades também estarão em avaliação

A SUPREMA também levará à FISP uma luva sintética anticorte e anti-impacto, permitindo que clientes e profissionais do setor conheçam uma solução voltada a operações com exposição simultânea a diferentes riscos mecânicos.

O produto combina proteção contra abrasão, corte, rasgamento e perfuração com proteção adicional contra impacto no dorso da mão e apresenta classificação 3442DP segundo a EN 388:2016 + A1:2018.

Entre seus resultados estão nível 4 de resistência ao corte pelo método Coupe, nível 4 de resistência ao rasgamento, classificação D de resistência ao corte pelo método TDM e aprovação P no ensaio adicional de proteção contra impacto.

Sua construção utiliza fibras sintéticas de alta resistência mecânica, revestimento em borracha nitrílica e reforços localizados.

Neste caso, a apresentação durante a FISP também permitirá à SUPREMA aproximar a solução do mercado e conhecer a percepção dos profissionais diante de uma categoria que já possui presença relevante na indústria.

A FISP como parte dessa aproximação com o mercado

É nesse contexto que a SUPREMA estará na FISP 2026, no São Paulo Expo, na Rua B, estande B29.

Mais do que apresentar produtos, a feira permitirá aproximar equipe técnica, clientes, distribuidores, profissionais de SST e outros profissionais ligados à indústria.

Essa troca tem importância particular quando se fala em equipamentos de proteção.

Normas e classificações de desempenho fornecem referências fundamentais para compreender uma solução, mas a escolha de um EPI precisa considerar os riscos presentes na atividade, as condições reais de exposição e as características da operação.

Por isso, a participação na FISP também será uma oportunidade para discutir aplicações, compreender demandas encontradas em campo e apresentar as soluções da SUPREMA dentro do contexto em que elas efetivamente serão utilizadas.

Nos vemos na FISP 2026

A participação da SUPREMA na FISP 2026 representa um movimento concreto de investimento, ampliação de portfólio e maior proximidade com a indústria. O ALUMAXX e as novas soluções de proteção das mãos mostram essa evolução sem tirar a proteção térmica do centro da atuação da empresa.

De 6 a 8 de outubro, a equipe da SUPREMA estará na Rua B, estande B29, no São Paulo Expo. Esperamos você por lá para conhecer os lançamentos de perto e conversar sobre as necessidades da sua operação.

Estamos te aguardando!

Abraço.